MAÇONARIA E FILANTROPIA 21/06/2012
Saudações fraternas. Hoje
abordamos mais um mito que persiste em relação à Maçonaria, de que ela seja uma
Instituição eminentemente filantrópica. Não procede. A maçonaria, em seu
simbolismo, ensina que a filantropia é uma das principais virtudes que o homem
deve praticar. Particularmente o maçom, enquanto construtor social. A
filantropia é uma virtude primária, pois nasce do amor ao próximo: o amor
fraternal. Essa filantropia, outrora, era praticada entre os membros das
companhias de pedreiros, pois muitos daqueles operários morriam jovens ainda e
deixavam viúvas e filhos para serem criados, muitas vezes, sem nenhum amparo.
Daí nasceu, já na maçonaria francesa, o Tronco da Viúva, um recolhimento que era
feito em um tronco oco de madeira onde se depositava, com amor, uma esmola para
os necessitados, o que se transformou em tradição até nossos dias. É evidente
que a filantropia dos maçons não deve parar por aí (só entre os maçons), visto
que há muito que fazer na sociedade. Todavia, a Instituição ou a Loja não são
filantrópicas, e sim o homem maçom deve sê-lo, dentro e fora de Loja, dando
assim, além de tudo, exemplo aos seus familiares, amigos, colegas de que
devemos seguir o que grandes ícones da humanidade pregaram e realizaram. Entenda-se que filantropia é uma virtude
entre as muitas que o maçom e todo homem que tem moral deve exercitar. E não é
só da boca para fora, doando esmolas miseráveis nas missas ou no Tronco das
reuniões de Loja, mas também em relação a outras entidades que trabalham
socialmente, como Rotary, Lions, igrejas, Associações e afins. Basta saber da
idoneidade delas e auxiliá-las, não só com os valores, mas com seu trabalho
também, o que é uma outra grande doação que podemos
oferecer, além da solidariedade material.
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