MAÇONARIA CATARINENSE (05/07/2012)
Saudações fraternas. Resumidamente, pretendo destacar aqui a
maçonaria em Santa Catarina. Ela chegou ao Estado pelas mãos do jornalista
lagunense Jerônimo Coelho, patrono da imprensa catarinense, em 1831, quando,
junto com outros maçons esparsos que habitavam a jovem cidade de Nossa Senhora
do Desterro (hoje Florianópolis), fundaram a primeira Loja Maçônica do estado (Loja
Concórdia). De lá para cá, a Maçonaria desenvolveu-se com a participação de todas
as regiões do estado, particularmente no litoral, além do industrializado norte
e, mais recentemente,
as regiões oeste, sul e central. A grande Florianópolis conta com mais de 100
lojas, para se ter ideia da pujança das três obediências maçônicas regulares em
SC. São três Grãos-mestres dirigindo cerca de 10.000 maçons em quase 100% dos
municípios (os que não possuem Lojas estão muito próximos a outros centros,
como Guaramirim e Schroeder). Jaraguá do
Sul possui 7 Lojas, 1 em Massaranduba e 1 em Corupá, em nossa microrregião.
Observamos com isso que o estado está bem servido de cidadãos que têm uma boa
escola filosófica, moral e ética; portanto, com
responsabilidades sociais enormes. Em todos esses municípios onde existem
Lojas, ou residem maçons, há uma obrigação maior por parte destes de zelar pelo
bem estar da população, de ser observador e ao mesmo tempo atuante, além de
influenciar positivamente para que a comunidade se desenvolva obedecendo às
regras morais e legais, e também de ser exemplo no comportamento ético. Não
adianta existirem Lojas e mais Lojas, cheias de homens que se imaginam “importantes”
se estes não forem úteis à sociedade. Nosso Estado tem um bom exército de
construtores sociais para esse trabalho. Com a ação, os Grãos-mestres, Veneráveis
e todos os obreiros das Lojas.
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