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PREVENINDO A DESINTEGRAÇÃO SOCIAL

 

Saudações fraternas.  Uma das lições que o povo de cultura privilegiada de nossa região, de migração européia e cristã, pode dar para os migrantes que vem engrossando o volume populacional, de educação e cultura muito diferente é a manutenção de seus laços com a cultura de origem, suas tradições, folclore e força de trabalho, seja no         campo ou na indústria. Carece de tais lições, particularmente, o povo menos favorecido, vindo de regiões pobres do país, migrantes em busca de empregos,  chamados pela falta da mão de obra. De onde partem, muitas vezes, não têm oportunidade e não por sua culpa, mas por falta do Estado, que não é presente, ofertando escolas, saúde e cultura diversificada.  Quando chegam, não têm o hábito de leitura, das tradições musicais, gastronômicas, ou outra forma de cultura, e mal vão à escola pública, levando a uma falta de sintonia com a população local. Há então um desequilíbrio na integração social, criando “raças”, guetos, que dividem ao invés de unir. Ocorre uma falta de sincronia cultural e o afastamento dessas pessoas, por um não conhecer a cultura do outro e rejeitá-la de cara. Propomos que os maçons e outras pessoas, enquanto empresários ou como voluntários, criem e patrocinem associações com escolas que, além de profissionalizantes, ensinem arte, música e outras formas de cultura. Entidades sérias são facilmente identificadas e merecem colaboração nesse importante trabalho de integração social, primeiro passo para evitarmos problemas futuros com segurança. Prevenção.

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