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Mostrando postagens de outubro, 2012
Analisando o Judiciário e o Frei     15/10/2012   Em relação ao texto do professor e ex-frei Leonardo Boff, para muitos um gênio, para outros, um revoltado sem batinas, desde que foi expurgado pela Inquisição (censura) da Santa Igreja Católica Romana, faço minhas ponderações. Já li vários textos do autor, merecedores de elogios, mas também alguns que não valem as letras dos jornais   onde é colunista de conceito. Mas desta vez creio que extrapolou, referindo-me ao texto publicado no jornal A Noticia de 13/10 p. p., onde faz acusações ao judiciário, colocando todo o ranço conservador da esquerda, porque sim, a esquerda brasileira é mais conservadora que a direita, onde ele acusa explicitamente o STF de julgar contra o PT, acusando de preconceituosos os ministros, como se fosse um ninho de ideólogos anti-petistas   e como se esperassem o momento para “vingarem” a derrota dos seus aliados nas três ultimas eleições. Bobagem pura, pobres argumentos para ...
PREVENINDO A DESINTEGRAÇÃO SOCIAL   Saudações fraternas.   Uma das lições que o povo de cultura privilegiada de nossa região, de migração européia e cristã, pode dar para os migrantes que vem engrossando o volume populacional, de educação e cultura muito diferente é a manutenção de seus laços com a cultura de origem, suas tradições, folclore e força de trabalho, seja no         campo ou na indústria. Carece de tais lições, particularmente, o povo menos favorecido, vindo de regiões pobres do país, migrantes em busca de empregos,   chamados pela falta da mão de obra. De onde partem, muitas vezes, não têm oportunidade e não por sua culpa, mas por falta do Estado, que não é presente, ofertando escolas, saúde e cultura diversificada.   Quando chegam, não têm o hábito de leitura, das tradições musicais, gastronômicas, ou outra forma de cultura, e mal vão à escola pública, levando a uma falta de sintonia com a população local. Há...
TALHANDO PEDRAS      (11/10/2012) APOIO E VIGILANCIA Saudações fraternas.   Passado o pleito municipal, comemoram ainda os vencedores, lamentam os vencidos nas urnas, o que é natural. Assentada a poeira do corre-corre eleitoral, devemos tomar consciência de que agora, ao assumir a nova administração municipal e a nova Câmara, não só eles, mas todos nós formamos o “poder”. É preciso saber que devemos apoiar as medidas corretas, produtivas, de interesse público-social e, ao mesmo tempo, vigiar o comportamento do homem público que foi eleito, recebendo um cheque, não em branco, mas com fundos, para exercer o mandato. Será ele funcionário público por 4 anos e desse desempenho dependerá sua possibilidade de retornar, visto que o político ainda é movido por paixões e uma só legislatura não acalmará sua ânsia. Apesar de   4 anos serem mais do que suficientes para se mostrar trabalho, nem sempre é possível   transformá-los   todos em realizações...
TALHANDO PEDRAS      (04/10/2012) ELEIÇÕES MUNICIPAIS Saudações fraternas. Como se sabe, a Maçonaria não debate e não defende agremiações político-partidárias e, cremos, assim deva ser. Todavia, como já foi registrado nesta coluna, a Instituição deve sim incentivar seus membros, amigos, familiares e a sociedade em geral a dela participar, posto que a política seja o caminho natural das relações humanas e da administração da coisa pública, aquilo que é comum a todos nós, cidadãos. Portanto, não pode uma escola moralista e mantenedora dos bons costumes, que prepara homens para serem líderes sociais, se permitir à omissão de seus membros, seja com a participação efetiva destes, espalhados pelos diversos partidos, cada um a sua escolha, ou como eleitores conscientes e orientadores daqueles que necessitam de um esclarecimento, que deve ser dado a quantos for possível, transmitindo a eles, não o nome ou o número do candidato, mas conscientizando-os do que devem anali...