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Mostrando postagens de maio, 2020
O MOMENTO ADEQUADO O Brasil e o restante do mundo passam nesse maio de 2020 por uma crise sanitária sem igual e, consequentemente econômica, posto que toda a atividade comercial e industrial, prestação de serviços e até agrícola, sofreu e ainda sofre com a paralisação, necessária até, mas muito mal calculada pelos gestores públicos, que, também entende-se, não tinham experiência nesses casos e atropelaram o boi que puxa o carro na questão econômica. Mas, se nos foi dado um caminhão de limões azedos, façamos deles caipirinha da boa, sementes para novos limoeiros ou adubo de boa qualidade. O mundo progride dessa forma, nos piores momentos vem a luz para uma melhora substancial. Temos muitos pontos a corrigir e progredir há anos no Brasil e um dos mais críticos, dentro do campo político e econômico é o Trabalho. Mais especificamente, temos que corrigir erros que já foram acertos no passado longínquo, como as leis trabalhistas. Nessa hora de crise econômica que vai gerar ...
FILOSOFIA, VÍCIOS E VIRTUDES A filosofia nos mostra desde a Grécia antiga, pelas letras de Homero, em Odisseia e na Ilíada, que a Justiça, ao lado da Tolerância, é uma das principais virtudes humanas, era uma das preocupações que afligiam o povo, tanto os escravos como a classe dos cidadãos e a nobreza, passando pelos filósofos, evidentemente. Se houvesse a prática da Justiça, por todos os indivíduos e, consequentemente, pelo Estado, haveria o predomínio das virtudes e o sufocamento dos vícios como a avareza, a inveja, a soberba entre outros. Os gregos já viviam no Estado, uma síntese de povo, espaço, governo organizado e, com justiça. A Justiça era o poder de equilíbrio entre as classes e entre os cidadãos gregos que viviam na polis. A questão é: como se obter justiça, ou melhor, como se fazer justiça? Ela é subjetiva aos olhos do cidadão, cada um tem seu senso de justiça, para isso, teríamos que ter um senso comum, ou seja, a moral que estabeleceria o que é melhor...