AS
ARTES E A EDUCAÇÃO (28/02/2013)
Saudações
fraternas. Completando o pensamento sobre as artes, iniciado na última
quinzena, quero registrar a importância que devemos dar a seu ensino desde a
primeira infância e até mesmo nas escolas, e não me refiro somente a música
tratada naquele artigo, mas a qualquer tipo de arte. Sabemos que as artes abrem
a mente humana ao que é belo, às formas, às cores, imagens, sons, às letras,
que engloba literatura, ou seja, à cultura e às demais ciências como um todo. A
criança precisa ter conhecimento do mundo através das artes para vê-lo sob uma
ótica não só realista, mas lúdica, posto que arte não é fantasia, mas expressão
de pensamento, depois esperançosa e mais tarde ainda, criativa. Há alguns anos,
artes, sob vários nomes, eram ensinadas
nas escolas como passatempo, como forma de “descanso” entre-aulas, porém, hoje a
disciplina é vista como uma forma de despertar nas crianças o seu instinto
artístico ou o que chamamos de talento, o que todos, convenhamos, possuímos,
mesmo que de forma acanhada. Se despertado a tempo, este é um talento que salva
vidas. Mas isso deve ser despertado em casa ainda, quando possível. Cabe a nós
dividirmos com a sociedade esse ensinamento que aprendemos em nossos estudos filosóficos,
através de palestras, escritos, apoio a escolas e famílias, entidades que
investem em formação artística, para que tenhamos futuras gerações de músicos,
dançarinos, pintores, mesmo que sejam engenheiros, advogados, mas não
traficantes ou consumidores de drogas. Tudo depende do que queremos para eles.
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