TALHANDO PEDRAS (31/05/2012)
MAÇONARIA E TRÂNSITO ASSASSINO
Saudações fraternas. Não se pode abordar o tema violência sem comentar sobre o trânsito, o qual tem levado muitos de nossos semelhantes a óbito ou à deficiência permanente. Além do prejuízo material, que tem menor importância, muitas são as consequências graves para a vida das pessoas. Com o aumento da renda, particularmente em cidades e regiões como a nossa, a classe média se esbalda no consumo e não é rara a família que possui mais de um veículo. Todos circulando, por sinal, ao mesmo tempo, entupindo as ruas estreitas da cidade, tornando os congestionamentos a cada dia maiores e mais irritantes. Quando podem escapar disso, os motoristas andam como loucos, apostando consigo quem chega mais rápido, não se sabe aonde, nem por que. Querem ganhar uma corrida imaginária. Jovens, mal saídos dos brinquedos eletrônicos, já estão nas ruas com seus carros e motos. Eis aí outro perigo para todos, dependendo de quem pilota. Também aí falta educação; mas não a da autoescola e sim, a de berço. Com a habilitação na mão, todos sabem que não se deve correr acima da velocidade estabelecida. 99% dos motoristas, entretanto, desrespeitam essa regra. Atravessam sinais fechados, não observam a maioria das regras, nem as conhecem. Portanto senhores, quando perderem um familiar no trânsito, não adianta reclamar dos outros. Primeiro, vejam se ele próprio foi um motorista consciente e depois, sim, reclamem. Cabe a nós exigir que se respeitem as leis e que as autoridades do município e polícias vigiem melhor o trânsito, o que hoje não se faz, que se crie uma Polícia Civil para cuidar com atenção maior do trânsito antes que mais pessoas morram, sejam elas culpadas ou inocentes. Melhor pagar multas do que morrer. Melhor ainda é respeitarmos as leis de trânsito para não termos que chorar por ninguém.
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